2011 atrasado.

Faz tempo que não venho aqui *espano a poeira fina e espirro*. Vou falar sobre esse ano tão… 2011.

 

2011 é o ano. O ano de toda a sorte de surpresas. Boas, ruins, abruptas, sutis… Surpreendentes…

Começou tão sutil quanto a minha tentativa (bem sucedida até agora) de abrir mão de refrigerantes pelo bem da minha saúde. Mas que papo mais caxias (eu gosto de palavras empoeiradas, dá licença?), não é bem disso que venho falar.

O fato é que 2011 está sendo O ANO.  Talvez porque é meu último ano na faculdade (assim eu realmente espero, até agora tá dando certo), tenho Projeto pra concluir, TCC para pesquisar e escrever, estágio para completar, horas complementares para pagar, sequência didática para organizar, toda a sorte de coisas que a Licenciatura está me exigindo e, fora da faculdade, dois contos (e torcendo por um terceiro) a serem publicados por duas  ótimas editoras de Literatura Fantástica: Estronho e Andross.

Mas 2011 também é o ano das despedidas, dos começos e dos recomeços, ganhos e perdas. Pra mim, pra você, pro Mundo.

E talvez falar dele quatro meses e dez dias depois do seu começo seja indiferente, mas eu não tinha motivos para analisá-lo antes. E bem, fora a faculdade, tem zilhares (porque zilhões é muito 2010) de projetos que quero engatar, zilhares de projetos que quero ver dando certo e zilhares de pessoas e coisas boas que quero ver crescerem e se multiplicarem.

 

*Esse post era para ser bem mais interessante, mas resolvi que ele egocentrico está mais legal.*


Não gosto de arriscar falar sobre o outro, sobre o desconhecido. Sobre suposições. Fico insegura de falar sobre atualidade, tragédias, descobertas científicas e cotidianas. Porque eu passo tempo demais na minha câmara do sono, sonhando outro mundo, outros fatos, outra realidade. Não sobre a qual eu tenha domínio, mas sobre a qual eu possa expor o que penso sem ganhar alguma rotulação por isso, apenas me expressar, como todo mundo. Ou porque só por hoje estou covarde demais para dizer qualquer coisa sobre quase qualquer coisa, por simplesmente ter muito mais medo de seres humanos vivos do que de fantasmas que deixam sobre a terra depois que partem.  É, a palavra seria abatida ou chocada, qual você achar melhor, sobre certas coisas. Sobre o que rolou no RJ. Sobre o que rola diariamente. Em todo o canto. Do mundo todo.

 

*Ok, não vou cacar mais o post atrasado*

 

Pensando melhor, acho bom já encerrar, só pra deixar registrado que ainda estudo, escrevo e respiro. Sou do tipo que troca de assunto sem nem sentir a diferença… Mas enfim.

 

Obs: Talvez mais tarde eu leia e nem entenda lhufas disso aqui. E culpe o sono por isso. Mas tudo bem, HAHA XD

#seeya!

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